7 erros caros ao contratar uma agência de site no Brasil
Os erros que mais custam dinheiro para PMEs ao contratar agência de site, com o sintoma, o prejuízo e como evitar cada um. No fim, como a Norte Web Digital resolve tudo isso de uma vez.
Cinco sinais concretos de que seu site está afastando clientes sem você perceber — com teste de 1 minuto e solução prática para cada um.
Por Norte Web Digital
Imagine a cena: são 22h, alguém terminou de jantar e lembrou que precisa contratar o que você vende. Pega o celular, digita seu nome no Google, clica no seu site. A tela fica branca por 4 segundos. O logo aparece torto. O botão de WhatsApp não responde. Em 8 segundos esse cliente fechou a aba — e abriu a do seu concorrente.
Ninguém avisa você quando isso acontece. Não chega um e-mail dizendo "fulano desistiu". O cliente some calado, e você fica achando que "o mês está fraco". Quando o site ruim afasta clientes, o prejuízo é invisível: você nunca vê quem não chegou.
A boa notícia é que dá para identificar os sinais em poucos minutos. Vamos aos cinco mais comuns.
Hoje, para negócio local, o site não é cartão de visita — é a porta da loja. Antes de ligar, antes de mandar mensagem, antes de ir até o endereço, a pessoa entra no seu site. Se a porta está emperrada, ela vai embora. Não importa quão bom é o que você entrega depois: ela não passou da porta.
E o pior: o Google percebe. Site lento, site que não funciona no celular, site com taxa de rejeição alta — tudo isso derruba seu ranqueamento. Você perde cliente duas vezes: o que tentou entrar e desistiu, e o próximo que nem encontrou você.
Sintoma: você abre o próprio site no celular, no 4G da rua (não no Wi-Fi de casa), e fica olhando a tela branca contando "um, dois, três, quatro…".
Por que prejudica: estudos do Google mostram que a cada segundo a mais de carregamento, a chance de a pessoa desistir cresce. Acima de 3 segundos, mais da metade já fechou. Para cliente com pressa procurando um restaurante ou um encanador, a tolerância é ainda menor.
Como testar em 1 minuto: acesse pagespeed.web.dev, cole o endereço do seu site, clique em analisar. Observe a nota de "Mobile". Se estiver vermelho ou amarelo, você tem problema.
Como resolver: geralmente é imagem pesada (foto de 5MB no banner), código antigo cheio de plugin desnecessário, ou hospedagem ruim. Se o site é uma plataforma antiga com 20 plugins acumulados, o conserto às vezes custa mais do que refazer.
Sintoma: você abre seu site no celular e precisa dar zoom para ler. O menu não abre direito. O botão de contato fica meio cortado. É preciso rolar para o lado para ver o conteúdo.
Por que prejudica: mais de 70% das visitas a sites de PME brasileira vêm de celular. Se a experiência mobile é ruim, você está perdendo 7 de cada 10 visitantes. E o Google indexa "mobile-first" desde 2019 — ou seja, ele avalia seu site pela versão celular, não pela do computador.
Como testar em 1 minuto: pegue o celular, abra seu site, tente usar como cliente. Consegue ler tudo sem zoom? O botão de WhatsApp está acessível? O formulário funciona com o teclado virtual? Se respondeu não para qualquer uma, há problema.
Como resolver: sites antigos foram feitos para desktop e adaptados de qualquer jeito para celular. A solução é refazer o layout pensando no celular primeiro (mobile-first) — não adaptar o desktop.
Sintoma: seu site tem gradientes coloridos dos anos 2010, fonte Times New Roman, foto de banco de imagem dos anos 2000, contador de visitas no rodapé. Ou pior: tem aquele "© 2017" no rodapé que nunca foi atualizado.
Por que prejudica: o cliente não tem como saber se você ainda atende. O site é a única referência. Se parece abandonado, ele assume que o negócio também está. Pior ainda: associa visual feio com serviço malfeito. Injusto? Sim. Real? Também.
Como testar em 1 minuto: abra seu site lado a lado com o de três concorrentes da sua cidade. Se o seu parece de outra década, você tem um problema de percepção — não de qualidade do que entrega, mas de qualidade que o cliente imagina antes de contratar você.
Como resolver: redesign com paleta atual, tipografia legível, fotos reais (de preferência do seu negócio, não banco de imagem), espaço em branco generoso. Não precisa ser "moderno demais" — precisa parecer vivo.
Sintoma: alguém entra no site decidido a contratar, e leva 30 segundos para achar onde tem o telefone. Ou o botão de WhatsApp não funciona no celular. Ou há apenas um formulário que ninguém preenche.
Por que prejudica: é o erro mais caro de todos. Você atraiu a pessoa, ela quer comprar, e você esconde como pagar. É como ter loja sem caixa.
Como testar em 1 minuto: abra o site no celular e cronometre: quanto tempo leva para clicar no botão de WhatsApp e abrir a conversa? Se passou de 5 segundos, ou se foi preciso rolar para baixo para achar, você perdeu venda.
Como resolver: botão de WhatsApp flutuante visível em todas as páginas. Telefone clicável (no celular, virar ligação direta). E-mail clicável. Endereço com link para o Google Maps. Formulário simples, no máximo 4 campos. Veja exemplos de sites bem resolvidos para entender o padrão.
Sintoma: horário de funcionamento errado, telefone antigo, endereço da antiga sede, preços de 2 anos atrás, foto da equipe que já nem trabalha mais com você.
Por que prejudica: cliente liga no número errado e desiste. Aparece para atender e está fechado. Ou pior: cobra o preço que viu no site, e você precisa explicar que mudou. Quebra de confiança, e confiança é o que segura PME.
Como testar em 1 minuto: abra a página de contato e leia em voz alta cada informação. Telefone certo? Horário atual? Endereço de agora? Se algo está errado, o cliente que ligou hoje já saiu prejudicado.
Como resolver: revisão trimestral de todas as informações de contato. Sempre que mudar algo no negócio (horário de feriado, novo endereço, novo telefone), atualize o site no mesmo dia. Se você não consegue editar sozinho, esse já é outro problema — site deveria ser fácil de mexer.
Pegue o celular agora, no 4G (desligue o Wi-Fi). Faça este roteiro:
Se três ou mais respostas incomodaram você, seu site está custando dinheiro silenciosamente.
Depende do estado. Site com 20 plugins desatualizados, código bagunçado, tema antigo — geralmente sai mais barato refazer do zero do que ficar remendando. Site razoável, só com visual datado, dá para modernizar. Se você não tem certeza, peça um diagnóstico antes.
Varia muito conforme o estado. Pequenos ajustes (botão de WhatsApp, atualizar contato, comprimir imagens) podem ser feitos por algumas centenas de reais. Um site novo institucional, sob medida e mobile-first, custa R$ 3.999 fechado aqui na Norte Web Digital — sem surpresa no orçamento, entrega em até 2 semanas.
Pode. Há cliente que tenta atualizar e quebra o site inteiro, ou instala plugin "milagroso" que carrega vírus, ou apaga foto e o layout desmonta. Se você não tem certeza do que está fazendo, vale pagar para alguém arrumar de uma vez do que ir tentando aos poucos.
Além de abrir no seu próprio celular, use o teste de mobile-friendly do Google. Cole o endereço, ele dá o veredito em 30 segundos. Se reprovar, o Google sabe — e isso afeta seu ranqueamento.
Se você leu até aqui, é porque desconfia que seu site está custando cliente. Em vez de adivinhar, faça uma demonstração gratuita: montamos uma prévia do site novo antes de você pagar nada. Você vê como ficaria, compara com o atual, e decide. Sem cartão de crédito, sem compromisso.
Pode ser que o seu site antigo ainda dê conta. Pode ser que não. Melhor descobrir agora do que continuar perdendo cliente em silêncio.
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